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Lançamento: O outro lado da notícia

Livro de contos organizado por Daniel Lopes e Márcia Barbieri:

“Quais as relações entre a literatura e o mundo ‘real’? Ela, a literatura, é a expressão de uma subjetividade dilacerada como vemos no romantismo; ou é um instrumento de transformação da realidade, como no realismo-naturalismo? O escritor tem algum papel social importante? A arte tem alguma utilidade?
De maneira fictícia, os contos deste livro respondem a tais perguntas: todos têm alguma relação com o texto jornalístico e o gênero notícia… ”

O evento de lançamento será no dia 17/09/16, um sábado, no espaço Espaço Parlapatões. Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro, São Paulo – SP. Das 17h às 21h.
@link editora. Te vejo lá!

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Autores convidados: Rodrigo Melo, Wladyr Nader, Sérgio Tavares, Adriana Brunstein, Eduardo Sabino, Roberto Menezes, Marcelo Adifa, Germano Xavier, Lizete Teles, Sonia Nabarrete, Paulino Júnior, Escobar Flanelas, Eugen Weiss, Bruno Ribeiro, FFeitosa, Luiz Vita, Brontops Baruq e Daniel Lopes.

http://www.alinkeditora.com.br

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Capa do Remédio Forte – edição argentina

Selecionado para participar da Colección Países/Autores españoles y latinoamericanos, acaba de ser lançado o meu livro de contos Remedio fuerte na Argentina e Colômbia, pela editorial Antigua.

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O argentino Alejandro Mansilla, escritor e editor, foi quem escreveu a apresentação:

“Las palabras que hemos escuchado en la infancia son, sin dudas, aquellas con las cuales intentamos despúes construir nuestros juegos literarios. Y por más que los años y la distancia sirvan como excusa para un supuesto alejamiento de aquel aprendizaje, el color y el sonido primigenio con el que hemos crecido, siguen intactos, a pesar de todo.
Sin poder ocultar su raíz nordestina, Gláuber Soares construye y decodifica en Remedio Fuerte, la imagen de un mundo ciertamente fragmentado, inspirado por una ciudad como la inmensa, y en muchos aspectos, inabarcable San Pablo. Menos en un relato, toda la acción del libro se desenvuelve en la gran metrópolis. Allí, sus personajes apenas tienen el acotado tiempo que dura un relato corto, para seguir intentando una inexplicable sobrevivencia.
Pidiendo interrumpir tratamientos y exámenes médicos porque no tiene sentido la existencia, traspasando los límites tanto en la violencia urbana como doméstica, oliendo a deshechos, siendo comidos por pulgas en hoteluchos de baja categoría, o durmiendo en calles infectadas con mugre y contando tan sólo con la protección de sueños infantiles, los personajes de Remedio Fuerte padecen la invención errada de un mundo en pleno proceso apocalíptico.
Nadie encuentra solución para la gran enfermedad que se ha pergeñado.
Lo curioso de este formidable libro, es que con esas palabras de la infancia y la supuesta simpleza del discurso, Gláuber Soares consigue inducir al lector a una reflexión filósofica, propia de la zona de donde él proviene, vale decir, mediante su mirada de hombre nacido en Itabuna, Bahía, aquello que tal vez resulte espantoso para un cosmopolita, para él puede ser contado de una manera luminosa, incluso inspirando un modo de salvación.”

Clique aqui para comprar a edição argentina.

E aqui a edição brasileira (com frete grátis)

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Evento de Lançamento do DesContos de Fadas

Fotos em PB de Fernando Rocha.

Cheio “de gente fina, elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não…”, o evento de lançamento da coletânea DesContos de Fadas foi “repleto de toda satisfação”. Organizado por Maria Esther Sammarone  para a editora @link,“um grupo de dezessete escritores se propôs a repensar os contos de fadas de forma bem-humorada sob a ótica das desilusões, reflexões, neuroses e modos de vida da sociedade moderna. Em diferentes vozes e estilos, aventuras originais ou recriadas, os textos deram novas vidas a princesas, anões, bonecos, sereias, lobos, marinheiros…”

http://www.alinkeditora.com.br

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Ali todo dia é dia de índio

“Se Deus quiser, Um dia eu quero ser índio, Viver pelado,
Pintado de verde, Num eterno domingo, Ser um bicho preguiça, Espantar turista, E tomar banho de sol, Banho de sol!, Banho de sol!, Sol!…”

Nem todos sabem que na sexta maior cidade do mundo, quarta maior aglomeração urbana do planeta, ainda há tribos indígenas. E não estão perdidas pela grande São Paulo, não. Estão aqui mesmo, na capital. Distantes do centro, é claro, as aldeias Guarani da Barragem e Krukutu ficam em Parelheiros, extremo sul. Tive o prazer de visitá-las duas vezes. A última, em 1999, quando fiz as fotos abaixo. Entre malocas de tábuas e construções indígenas, eles vendem seus artesanatos e conversam em guarani. Caçam na mata, pescam e nadam na represa, brincam pelo campos… celebram.. porque ALI eles não têm apenas o dia 19 de abril.

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meninas

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senhora

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Mad Max – Forever

madmaxFui ontem conferir Mad Max (Estrada da Fúria). Depois de eu ter pirado, ainda adolescente, ao assistir o primeiro, gostei também deste, assim como do segundo e do terceiro. Mas, penso eu, é um filme para meninos (e com mais de 30 anos). Entre paisagens desérticas e muita ação há boas falas e metáforas. Tem uma que algum governador, de um estado qualquer, até pode dizer: “nunca, meus amigos, fiquem viciados em água. Vocês sentirão muito a sua falta”. No filme quem diz é o vilão (qualquer semelhança com a nossa realidade, claro, é mera coincidência). No entanto, aconselho as meninas, enquanto seus parceiros apreciam a pancadaria no mundo pós-apocalíptico, a darem uma volta pela Renner para checarem a coleção outono/inverno. Assim não há risco de estragar o pós-cinema.