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Capa do Remédio Forte – edição argentina

Selecionado para participar da Colección Países/Autores españoles y latinoamericanos, acaba de ser lançado o meu livro de contos Remedio fuerte na Argentina e Colômbia, pela editorial Antigua.

Remed

O argentino Alejandro Mansilla, escritor e editor, foi quem escreveu a apresentação:

“Las palabras que hemos escuchado en la infancia son, sin dudas, aquellas con las cuales intentamos despúes construir nuestros juegos literarios. Y por más que los años y la distancia sirvan como excusa para un supuesto alejamiento de aquel aprendizaje, el color y el sonido primigenio con el que hemos crecido, siguen intactos, a pesar de todo.
Sin poder ocultar su raíz nordestina, Gláuber Soares construye y decodifica en Remedio Fuerte, la imagen de un mundo ciertamente fragmentado, inspirado por una ciudad como la inmensa, y en muchos aspectos, inabarcable San Pablo. Menos en un relato, toda la acción del libro se desenvuelve en la gran metrópolis. Allí, sus personajes apenas tienen el acotado tiempo que dura un relato corto, para seguir intentando una inexplicable sobrevivencia.
Pidiendo interrumpir tratamientos y exámenes médicos porque no tiene sentido la existencia, traspasando los límites tanto en la violencia urbana como doméstica, oliendo a deshechos, siendo comidos por pulgas en hoteluchos de baja categoría, o durmiendo en calles infectadas con mugre y contando tan sólo con la protección de sueños infantiles, los personajes de Remedio Fuerte padecen la invención errada de un mundo en pleno proceso apocalíptico.
Nadie encuentra solución para la gran enfermedad que se ha pergeñado.
Lo curioso de este formidable libro, es que con esas palabras de la infancia y la supuesta simpleza del discurso, Gláuber Soares consigue inducir al lector a una reflexión filósofica, propia de la zona de donde él proviene, vale decir, mediante su mirada de hombre nacido en Itabuna, Bahía, aquello que tal vez resulte espantoso para un cosmopolita, para él puede ser contado de una manera luminosa, incluso inspirando un modo de salvación.”

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Evento de Lançamento do DesContos de Fadas

Fotos em PB de Fernando Rocha.

Cheio “de gente fina, elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não…”, o evento de lançamento da coletânea DesContos de Fadas foi “repleto de toda satisfação”. Organizado por Maria Esther Sammarone  para a editora @link,“um grupo de dezessete escritores se propôs a repensar os contos de fadas de forma bem-humorada sob a ótica das desilusões, reflexões, neuroses e modos de vida da sociedade moderna. Em diferentes vozes e estilos, aventuras originais ou recriadas, os textos deram novas vidas a princesas, anões, bonecos, sereias, lobos, marinheiros…”

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Lançamento: DesContos de Fadas

Organizado por Maria Esther Sammarone “um grupo de dezessete escritores se propôs a repensar os contos de fadas de forma bem-humorada sob a ótica das desilusões, reflexões, neuroses e modos de vida da sociedade moderna. Em diferentes vozes e estilos, aventuras originais ou recriadas, os textos deram novas vidas a princesas, anões, bonecos, sereias, lobos, marinheiros…”

O evento de lançamento será no dia 14/05/16, um sábado, no espaço Sensorial DiscosRua Augusta, 2389 – Jardins, São Paulo – SP. Das 15h às 19h.
@link editora. Te vejo lá!

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Ilustrações de Maria Luísa Miranda Massanet.

Autores convidados: Nanete Neves, Márcia Barbieri, Manuel Filho, Tracy Segal, Rogério Terranova, Maria Esther Sammarone, Mariana Portela, Plínio Camillo, Denise Ranieri, Laura Del Rey, Bia Bernardi, Fernando Rocha, Milton Strassa, Roseli Pedroso, Carlos Davissara, Eder Santin e Gláuber Soares.

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Ali todo dia é dia de índio

“Se Deus quiser, Um dia eu quero ser índio, Viver pelado,
Pintado de verde, Num eterno domingo, Ser um bicho preguiça, Espantar turista, E tomar banho de sol, Banho de sol!, Banho de sol!, Sol!…”

Nem todos sabem que na sexta maior cidade do mundo, quarta maior aglomeração urbana do planeta, ainda há tribos indígenas. E não estão perdidas pela grande São Paulo, não. Estão aqui mesmo, na capital. Distantes do centro, é claro, as aldeias Guarani da Barragem e Krukutu ficam em Parelheiros, extremo sul. Tive o prazer de visitá-las duas vezes. A última, em 1999, quando fiz as fotos abaixo. Entre malocas de tábuas e construções indígenas, eles vendem seus artesanatos e conversam em guarani. Caçam na mata, pescam e nadam na represa, brincam pelo campos… celebram.. porque ALI eles não têm apenas o dia 19 de abril.

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Honduras: “GLÁUBER SOARES NOS PRESENTA: FACE EMPLUMADA”

web5Se asas são pra voar, Face Emplumada tem ido longe. Desta vez foi dar um rolê em Honduras, mais precisamente na Revista Contextos, de Tegucigalpa.

“…por qué digo esto, porque en el mundo hay millones de libros, de miles de escritores, unos buenos, otros no tanto. Pero seguramente un libro que no podría faltar en esa colección es “Face emplumada” del brasileño Gláuber Soares, un libro con una interesante historia, y que fue recientemente presentado en su natal Brasil.

El equipo editorial de Contextos, a veces podemos llegar a sentirnos como el bibliófilo de nuestra digresión, porque quisiéramos tener el poder de incluir en nuestra revista lo mejor de lo mejor de la cultura universal, así como también a esos talentos nuevos que estamos seguros llegaran muy lejos.

Gláuber, es un talento brasileño, no es un novato, tampoco es un consagrado de las letras, pero si, ya está encaminado a lograr ser uno de los que pondrán en alto su tierra. Con dos libros en su haber, este joven contador de historias nos ofrece una obra exquisita, con contenido de calidad; Gustavo, un joven de veintiocho años de edad, analista financiero, admirador de Camus, Sartre, reflexionará a lo largo de la obra sobre “la integridad moral”. Su vida recorre sin grandes acontecimientos, hasta el día que decide ir tras una chica, y vivir la mayor aventura de su vida.

Aparte, Gláuber, nos presenta en esta novela una serie de personajes inolvidables que a pesar de no ser los protagonistas de la historia, dejaran en el lector la marca y la satisfacción de haber leído “Face emplumada”.”

Leia a matéria completa clicando aqui.

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“Face Emplumada” no Letras et cetera

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Foto: Fernando Rocha

Resenha de Face emplumada, por Fernando Rocha, para o Letras et cetera:

“Se território pode ser compreendido como espaço, seja ele familiar ou estranho, talvez este seja um ponto importante para se atentar ao realizar a leitura de Face emplumada, primeiro romance do escritor baiano radicado em São Paulo, Gláuber Soares. De certo modo, trata-se de um romance de estrada, de desterritorialização, uma vez que o deslocamento geográfico, do interior de São Paulo à capital e de lá, ao sertão nordestino, gera também certo nomadismo identitário. Ao se deslocar espacialmente, a personalidade do narrador-personagem também se desloca, torna-se outra, não deixando de ser a mesma.

Além do espaço, outra instância que chama a atenção no romance é o foco narrativo. A estória é contada em primeira pessoa pelo protagonista Guto, um jovem nascido numa cidade do interior de São Paulo, que migra para a metrópole com o intuito de trabalhar. Na primeira parte da obra, denominada Azul-marinho, há na sinestesia das cores enunciadas, mas não contempladas por conta do daltonismo, um sentimento de isolamento que acompanhará a personagem, funcionando como metonímia do seu fazer parte sem pertencer: Perceber, enfim, todos os tons que não vejo. Mas ainda tenho dúvida. Eu seria mais feliz ao encontrar a diferença entre o marrom e o vermelho? (pg. 13)”

Leia a resenha completa em: http://nanquin.blogspot.com/2016/01/resenha-do-romance-face-emplumada.html#ixzz3wg2Ya9VZ

 

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Deu no “Sonhos e Melodias”

FaceMaçaGuardiã dos livros. Roseli Pedroso é escritora, bibliotecária e blogueira. Acabou de escrever em seu Sonhos e Melodias uma resenha bacana para o romance Face emplumada. Como autor, acho bem legal saber onde o livro toca em cada pessoa. No caso da Roseli, ela disse que gostou “demais do Guto, personagem central mas, confesso que me encantei com seu Galdino, personagem árido feito seu sertão…”. Em outro momento ela relata: “os conflitos que se apresentarão a Guto, durante sua trajetória nos solos semiáridos do nordeste, mostrarão o quanto a vida pode ser dura, áspera mas, que também nos presenteia com delicadezas e belezas, naturais ou não. O crescimento de Guto enquanto ser humano, é o grande “pulo do gato” que o leitor acompanha passo a passo em uma deliciosa leitura.”

Confira a resenha completa aqui.